quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Fundação Eugénio de Almeida 13%

Olá a todos

Quem é que em portugal ainda não ouvio falar da Fundação Eugénio de Almeida de Évora.

Actualmente esta fundação cria 5 marcas diferentes, São elas: EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli; e o tão conhecido Pêra Manca.

Hoje foi a vez de provar o EA- Eugénio Almeida, é o mais baixo da gama da Fundação.

Devo confessar que estava á espera de mais, no entanto gostei dele.

Apresenta uma cor pouco carregada, muito translucido. No nariz é aromático, talvez a alguma fruta ou flores. Na boca é muito suave, pouca acidez, mal se notam os taninos, tem um fim pouco prelongado.


Pelo seu corpo parece que não vai evoluir mais, logo aconselho a comprar e consumir sem demora.

Diria que este vinho é a escolha ideal para levar a um jantar onde não haja grande exigência vinicula, bebe-se bastante bem e rápido, até as pessoas menos atraidas por vinho vão gostar dele.

Com um preço a rondar os 5,5 euros, pode ser adquirido no continente (por exemplo).

Apenas porque estáva á espera de mais corpo neste EA, dou-lhe de pontuação 13 valores.


Foi elaborado a partir das castas Trincadeira, Aragonez, Castelão, Alfrocheiro e Moreto.
Enólogo/Wine Maker: Pedro Baptista

Curiosidade (Decidi incluir um espaço para uma curiosidade em cada post): Quando quiser abrir uma garrafa de vinho, seja ela qual for, retire a capsula protectora com um utensilio para o efeito (pode ser uma faca, caso o seu saca rolhas não possua esse pormenor), tente usar um saca rolhas de 2 tempos, é mais facil e cómodo de usar. Não prefurar a rolha toda, para que não caia cortiça dentro do vinho. Depois deguste-o na companhia de pessoas que gosta, vai ver que vai ter outro sabor.

Este foi degustado na casa do amigo Guerra e petiscando queijos variados, chouriços e torresmos caseirinhos. Uma pequena delícia.

Abraços vinículas

2 comentários:

Lousa Clube Gourmet disse...

Amigo Luis, pena é que não tenhas provado os novos Pêra Manca, Branco de 2007 obteve 18 pontos em 20 possiveis, mais moderno mais untuoso mas sem perder o caracter alentejano, e o tinto 2005, mais moderno perdeu aquela rusticidade e alguma tipicidade alentejana. Os consumidores a isto obriga, diz Pedro Batista, eu creio mais na influencia do consultor francês que trabalha com a FEA.

Jardineiro do Rei disse...

Caro Luis
Muito obrigado pela sua visita ao meu blogue.

Talvez lhe interesse saber que no dia 12 de Abril vai-se realizar em Évora o Encontro Nacional dos produtores de Figo da India. Visite este site se estiver interessado:
http://www.enfindia.org/

Um abraço

João