Quem é que em portugal ainda não ouvio falar da Fundação Eugénio de Almeida de Évora.
Actualmente esta fundação cria 5 marcas diferentes, São elas: EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli; e o tão conhecido Pêra Manca.
Hoje foi a vez de provar o EA- Eugénio Almeida, é o mais baixo da gama da Fundação.
Devo confessar que estava á espera de mais, no entanto gostei dele.

Apresenta uma cor pouco carregada, muito translucido. No nariz é aromático, talvez a alguma fruta ou flores. Na boca é muito suave, pouca acidez, mal se notam os taninos, tem um fim pouco prelongado.
Pelo seu corpo parece que não vai evoluir mais, logo aconselho a comprar e consumir sem demora.
Diria que este vinho é a escolha ideal para levar a um jantar onde não haja grande exigência vinicula, bebe-se bastante bem e rápido, até as pessoas menos atraidas por vinho vão gostar dele.
Com um preço a rondar os 5,5 euros, pode ser adquirido no continente (por exemplo).
Apenas porque estáva á espera de mais corpo neste EA, dou-lhe de pontuação 13 valores.
Foi elaborado a partir das castas Trincadeira, Aragonez, Castelão, Alfrocheiro e Moreto.
Enólogo/Wine Maker: Pedro Baptista
Curiosidade (Decidi incluir um espaço para uma curiosidade em cada post): Quando quiser abrir uma garrafa de vinho, seja ela qual for, retire a capsula protectora com um utensilio para o efeito (pode ser uma faca, caso o seu saca rolhas não possua esse pormenor), tente usar um saca rolhas de 2 tempos, é mais facil e cómodo de usar. Não prefurar a rolha toda, para que não caia cortiça dentro do vinho. Depois deguste-o na companhia de pessoas que gosta, vai ver que vai ter outro sabor.
Este foi degustado na casa do amigo Guerra e petiscando queijos variados, chouriços e torresmos caseirinhos. Uma pequena delícia.
Abraços vinículas






